sexta-feira, dezembro 14, 2007

8 de Dezembro




DIÁRIO DE BORDO DA TERRA
DEZEMBRO DE 2007

por Celia Fenn

8 de Dezembro: Feliz Aniversário para mim... e mais sobre Comunidades... e um pouco de Diversão de Aniversário Animal!: 8 de Dezembro é um dia que é consagrado a Maria em muitos países Latinos. Ele também é considerado sagrado na tradição da parte ocidental da África em conexão com a Deusa e com o planeta Vênus, e é o aniversário da deusa do sol Japonesa, Amaterasu. Assim este parece um bom dia para se fazer aniversário! Também, neste dia, tanto o Sol quanto a Lua estão em Sagitário, com o planeta regente Júpiter bem no Centro Galáctico com Plutão. Eu imaginei no início do ano como eu me sentiria neste aniversário, mas até aqui tem sido tranqüilo e realmente magnífico. Para a maior parte de nós, Sagitarianos, com Júpiter transitando através de nossa casa natal, tem sido um ano de expansão. Eu me sinto como se tivesse expandido e expandido... e assim estou muito feliz ao estar tranqüilamente em casa para o meu aniversário.

Wilma e as crianças no Projeto me ajudaram a celebrar o meu aniversário ontem. Wilma fez um bolo e todos eles cantaram para mim “Feliz Aniversário”, e então o bolo foi entusiasticamente comido, deixando um pedaço para que eu levasse para casa!

A imagem foi tirada dentro de casa, assim ela está um pouco escura. É uma cena muito “África do Sul”, como a caixa da cerveja “Castle Lager” que está apoiando o bolo, ela é de uma cervejaria local que é muito famosa aqui! Qualquer ex-consumidor reconhecerá imediatamente. Foi uma celebração muito simples, e eu curti a simplicidade e o amor genuíno que veio com ela:







Assim quanto ao tópico da Comunidade – eu recebi uma boa resposta de muitos de vocês pelo trecho que escrevi sobre as comunidades, e assim pensei que eu apenas acrescentaria algo mais, ao dizer o que sinto e penso sobre a idéia do que uma comunidade poderia significar na Nova Terra, e o que eu mesma vivenciei.

O Arcanjo Miguel me falou sobre as “Comunidades de Luz”, mas sem nunca dizer o que elas eram exatamente. Como sempre com a orientação do Espírito, eles nos dão os esboços principais, e tempos que preencher os detalhes. É para isto que estamos aqui, para co-criar com o Espírito enquanto evoluímos. Assim, eu não acho que alguém tenha a solução definitiva sobre como será uma comunidade da Nova Terra. Eu suspeito de que há muitos modelos diferentes que estão todos sendo testados agora, e que evoluímos para a melhor solução para nós, e que poderá haver mais do que uma, poderá haver muitos modelos que “funcionem”.

Uma coisa sobre a qual eu sinto com muita segurança é que estes modelos incluirão a vida na cidade e como transformar estes espaços onde os cidadãos da Nova Terra possam se sentir confortáveis e felizes. Estou também bem certa de que estas comunidades serão diferentes e que elas serão sustentáveis e ecologicamente equilibradas!

A diversidade significa que todos os tipos de pessoas co-existirão juntas, esta é a essência da Quinta Dimensão. A idéia de uma comunidade baseada em uma religião ou perspectiva espiritual não é realmente viável. Isto é parte de nosso passado. Em meu próprio país, a população branca é muito derivada dos grupos de pessoas que estavam buscando espaço religioso, e os Estados Unidos estava baseado na mesma energia. É uma energia que tem sido provada para criar o separatismo e produziu experimentos sociais tão diversos quanto “a queima das bruxas” e o “apartheid” (segregação racial na África do Sul), todos baseados nos medos de um grupo em particular em torno da segurança de sua fé e práticas religiosas. Em uma Terra onde todos os credos e jornadas são igualmente respeitados, não haverá necessidade para este tipo de medo, e para as comunidades separatistas. Todos nós compartilharemos a nossa Luz com todas as pessoas.

Assim... a comunidade do futuro integrará mais do que separará! Pessoas diferentes que possam respeitar os pontos de vista e crenças do outro viverão juntas e trabalharão juntas para um futuro comum. E estas comunidades se tornarão Comunidades de Luz quando um número suficiente de indivíduos despertos começarem a assumir os papéis de liderança dentro destas comunidades, onde estiverem, seja nas grandes cidades ou nas pequenas aldeias rurais. Os princípios subjacentes serão os mesmos, pois todos nós estamos conectados.

Assim, deixem-me falar um pouco sobre a minha própria experiência com a comunidade. Aproximadamente em 2001, quando a vida na África do Sul ficou realmente difícil de muitos modos, muitos dos meus amigos começaram a falar sobre estabelecer “comunidades intencionais” onde poderíamos viver os nossos sonhos. Uma casa em um ambiente natural que fosse construída nos princípios ecológicos e que usasse fontes naturais de poder. Isto parecia maravilhoso. Era muito, muito caro. Vocês tinham que ter o dinheiro para comparar a terra, antes que pensassem na construção. Eu me lembro de observar um destes projetos, que exigia um investimento inicial de um Milhão, e isto era antes que vocês construíssem a sua casa. Era o jogo de uma pessoa rica, e isto significava que eu não estava jogando este! Sem muitas pessoas nisto, isto se desvaneceu.

A opção número dois era uma migração para pequenas cidades e “vilarejos” no campo, onde vocês poderiam comprar uma casa relativamente barata e ainda comungar com as cidades que estavam a poucas horas de distância. Bem, esta foi inicialmente uma opção, e eu tentei isso por algum tempo, mas o Espírito me disse para voltar à cidade aonde eu era necessária. Ela também se tornou uma opção cara, pois os preços das propriedades se elevam, pois mais pessoas buscam este modo de viver, de modo que mais uma vez isto é algo para os ricos.

Assim, a questão é, desde que a maioria das pessoas no planeta não é rica e está vivendo nas cidades... o que poderia ser uma solução. Eu estou trabalhando aqui na crença de que não haverá desastres imensos para “resolver” o problema, e que todos nós teremos que resolvê-lo de algum modo.

Assim, é com isto que estive trabalhando em meu Projeto das Crianças da Starchild, aqui na Cidade do Cabo. Nosso projeto está localizado em um município de renda inferior chamado de “Cidade do Sol”, que é uma mistura de acampamento e de projetos do governo de moradia de baixa renda. Não é uma vida em uma cidade do interior, mas somos parte da maior Cidade da Cidade do Cabo. Nesta comunidade que é muito pobre, as pessoas sobrevivem porque elas têm um senso de comunidade. Elas se importam umas com as outras e os líderes que surgem são aqueles que assumem a iniciativa de começar projetos para auxiliar a comunidade para que ela se desenvolva e cresça. Isto é feito sem qualquer apoio do governo, é puramente baseado na comunidade. Na África do Sul, há uma forte tradição de “comunidade” e de “estruturas de comunidade” nos grupos de renda inferior, é o seu mecanismo de sobrevivência.

Em tal comunidade vocês são apoiados, estejam vocês com 10 dias ou 10 anos. Podem ter certeza que alguém os ajudará se estiverem em necessidade. Naturalmente, todos conhecem todos e os seus negócios, esta é a essência da vida em comunidade. Quando eu vou lá, todos eles sabem quem eu sou e por que estou aqui. Eles acenam, eles me cumprimentam, eles me conhecem. Isto me ajuda a me sentir segura com eles. Esta á a África do Sul, e temos um índice elevado de crimes, mas dentro de uma comunidade vocês podem estar relativamente seguros de que serão protegidos.

O projeto que eu desenvolvo com Wilma é para apoiar as crianças da área. Com o dinheiro que levantamos, nós desenvolvemos três grupos de apoio de 15 crianças em cada um e uma horta. Cada grupo é dirigido por uma mulher na comunidade que é a “mãe do grupo”. Ela se compromete a agir como uma mentora para o seu grupo, e ela fornece uma refeição completa durante a semana para cada criança. Ela também está disponível para a criança que não teria nenhuma alimentação na casa da criança. Deste modo, nós fornecemos “alimentação segura” para as crianças da área se os seus próprios pais não puderem fazer isto.

A horta fornece alimento para os nossos programas, mas também compartilhamos a nossa produção com a comunidade. Quando temos uma boa colheita, então há muito a compartilhar. Neste último mês tivemos uma colheita abundante de beterrabas e de espinafre, que compartilhamos. As crianças estão envolvidas na manutenção da horta e assegurando que ela seja regada, mas elas também aprendem a compartilhar, distribuindo os vegetais para aqueles que necessitam. Nós as ensinamos sobre as plantas, a jardinagem e os alimentos, e ajudamos a instilar valores de comunidade. E tudo isto é feito dentro da estrutura de uma cidade moderna. Nós estamos trazendo a “luz” na forma de apoio e de educação, na esperança de criar uma poderosa comunidade para o futuro, e um futuro melhor para estas crianças, que estão aprendendo a se preocupar umas com as outras e a trabalhar com a Terra.

Assim, aqui estão algumas imagens que eu tirei do Trabalho do Projeto em Comunidade que fazemos aqui na Starchild Global com esta Comunidade:




Esta é Wilma com algumas das crianças do seu grupo. Elas estão orgulhosamente apresentando a sua colheita de vegetais!



Aqui está uma das crianças compartilhando os vegetais com uma mulher local.



E assim todos estão felizes!

E agora, alguma diversão de aniversário para vocês, este link de vídeo que me foi enviado por Karin Schneider da Áustria. Ela vem de uma propaganda de um Jipe, assim aqueles que moram nos Estados Unidos provavelmente o conhecem. Quanto a nós... bem, eu o considerei bem divertido... Como Karin diz... é assim que será na Nova Terra... Divirtam-se Aqui...

Clique aqui para ver o Vídeo> http://www.youtube.com/watch?v=yTLcZ1BCmms


4 de Dezembro: Recordando... Avanços... e algumas Baleias, Gansos e Leões...: Assim, aqui estamos em Dezembro! Com os poderosos alinhamentos e energias que estão por toda parte agora, eu esperei sentir a turbulência. Mas eu acho que estou me sentindo imensamente serena e calma, é, como diz o Arcanjo Miguel, como se tivéssemos nos movido para o Coração de Luz. Eu espero que neste mês de Dezembro, com as suas festas e momentos sagrados, que possamos continuar a manter este espaço sagrado do coração dentro de nós, e criar um tempo de Paz e de Alegria para nós e para aqueles ao nosso redor. Eu achei também, que trabalhar com a meditação do “Sagrado Coração” do Arcanjo Miguel me ajudou intensamente a permanecer em meu centro e manter um sentimento de equilíbrio dentro de mim mesma.

Assim, neste momento, nós estamos em um momento de recordar, de modo que possamos avançar. Recordar os últimos dez anos e a Jornada da Mudança e da Transformação. Recordar onde estivemos, de modo que possamos nos conhecer o suficiente para sermos capazes de avançar. No passado, aqueles que receberam treinamento como “iniciados”, nas tradições Espirituais, foram sempre impulsionados a “se conhecer”, para aprender e descobrir a essência única de quem eles eram, a fim de serem capazes de viver “na verdade”, ou em uma vida autêntica. Naturalmente, o paradoxo é, que quanto mais vocês se conhecem e quem vocês são, mais descobrem como são singulares, mais descobrirão também que vocês são “um” com toda a vida na rede Cósmica. Parece quase que ser capaz de ser “único” depende de ser capaz de ser consciente de que se originaram, e são parte do “Um”. Realmente é uma “dança” de opostos complementares, fundindo-se para criar uma fusão poderosa de Amor.

Assim, o que me faz pensar neste tópico foi um convite para uma “Conferência da Deusa” que encontrou o seu caminho em minha caixa postal ontem. Eu aprecio a energia da “Deusa” e trabalhar com o Feminino Divino, mas quando eu observei o programa, ele me pareceu bastante um “recuo” para se re-conectar com o passado. Não há nada errado com isto, o que mantivemos sagrado como humanos deveria ser sempre honrado e estimado, e algumas vezes precisa ser redescoberto, de modo que possamos honrá-lo novamente. A re-conexão das energias do Feminino Divino tem sido um grande processo. Mas algumas vezes não é suficiente apenas motivar-se apenas no passado. Nós somos seres criativos, precisamos re-criar estas conexões, de modo que elas sejam significativas para nós no século 21. É fácil, talvez, parecer uma Deusa quando vocês estão dançando em torno de um mastro enfeitado com flores ou fazer uma cerimônia do fogo, mas como traduzirmos isto para nossas vidas diárias? Como parecermos “Deusas” quando nos sentamos por trás de um computador com um mouse em nossas mãos?

O mesmo ocorre para o modo como vivemos. Eu estava lendo algo sobre viver em comunidades intencionais, e pensei, nós já vivemos em “comunidades intencionais”... nós as chamamos de cidades. Gostemos disto ou não, é assim que a maior parte de nós escolheu viver no planeta Terra no século 21. Elas podem ser comunidades casuais e caóticas, mas a “teoria do caos” nos tem mostrado que não importa quão caótico algo possa parecer, há sempre uma ordem subjacente. De fato, quanto mais caos há algumas vezes, mais há um padrão subjacente e muito simples. Ser capaz de se conectar com este simples padrão no coração, os habilita a frustrar o caos e viver com a simplicidade do padrão básico. Assim, talvez precisemos observar o que já criamos, e ver se não podemos encontrar o padrão subjacente da comunidade. Provavelmente nós encontraremos isto dentro destas imensas cidades, é um padrão básico no qual podemos começar a criar um novo modo de “nos conhecermos” como criadores das “comunidades intencionais”.

Assim, enquanto nos recordamos, podemos ver onde estivemos e o que almejamos.. conexões humanas simples e apoio do outro, um relacionamento íntimo com o Espírito e a Natureza, e vivenciar o afeto e a alegria em nossas vidas singulares e preciosas. Eu sei, que em nosso período de mudança e de transição, tendemos a rejeitar a vida na cidade como fria e estéril, em favor da idílica vida rural, e isto pode ser uma escolha para alguns, mas a maioria de nós continuará a viver nestas formações sociais organizadas e caóticas que foram criadas no século passado. Como as transformamos baseados em onde estivermos, e o que quisermos para nós, será o problema. Podemos trazer novamente a um sentido do Sagrado? Podemos trazer novamente o Amor e o Apoio para o outro? Podemos re-criar um vínculo amoroso com a Natureza e com o mundo do Espírito dentro destas cidades? Isto parece ser o desafio transformador da Nova Terra, enquanto avançamos.

Eu acredito que é para isto que estamos aqui neste momento, enquanto navegamos neste aspecto do Sonho no planeta Terra. E cada um de nós tem um papel, não importa onde vivamos.

Assim, agora, a energia das Baleias está ainda muito próxima. Eu recebi muitas cartas sobre a contribuição Japonesa com os Diários de Bordo da Terra em Novembro, expressando uma ampla variação de opiniões e de emoções. Mas, eu recebi também recentemente várias cartas da Nova Zelândia, um país também com íntimas conexões com a energia das Baleias. Duas cartas mencionaram este filme mágico, “O Viajante da Baleia”, que é baseada na lenda Maori da criação dos “humanos”, os quais para eles é o povo Maori. Eles vêem o seu antepassado original vindo da Nova Zelândia do seu “lar” original no Oceano Pacífico, viajando nas costas de uma baleia. Agora para mim, esta é uma metáfora para a compreensão de que as baleias trouxeram a vida humana do ponto original da criação para o ponto da existência da Terra, neste momento em que a vida humana “surgiu” de seu útero Oceânico. A história Maori leva ainda o eco desta compreensão ancestral dentro de si mesma.

Eu recebi esta maravilhosa carta de uma mulher Maori, e fui tocada pelo modo como ela estava interagindo com as suas próprias tradições sagradas e com o seu passado tribal, tanto quanto vivendo no mundo presente. O seu nome é Hineraukura, e eu perguntei a ela se eu poderia compartilhar a sua carta com vocês aqui nos diários de bordo.

Querida Célia,

Eu desejo lhe agradecer muito pelas suas palavras referentes à consciência das baleias. Há vários anos eu tive uma experiência consciente que eu nunca fui capaz de compreender, exceto como o evento se relaciona com a herança das minhas filhas, eu suponho.

Depois que a minha filha nasceu, eu fiquei cada vez mais aborrecida com o som das baleias em minha cabeça.

Vinte minutos antes que ela nascesse, uma baleia tinha morrido em nosso porto local e a tribo local tinha queimado os ossos em uma praia vizinha. Bem, uma semana mais tarde, eu estava ainda ouvindo as baleias, então eu chamei a minha prima e fomos à praia, à noite, para ver se eu poderia “assimilar” algo, pelo menos tentar compreender por que eu estava ouvindo as baleias. Minha prima e eu olhamos uma para a outra quando chegamos lá e ambas dissemos: “Está certo, então o que faremos agora?” Então, quando eu olhei além dela, no céu noturno, este arco-iris branco apareceu, aterrissando bem sobre a água rasa, onde (nós descobrimos mais tarde), os ossos tinham sido colocados, não queimados. Nós estávamos perplexas e demos graças ao Criador e retornamos para casa.

O único significado que fomos capazes de compreender sobre isto... a baleia que tinha morrido, foi a primeira baleia que retornou para o sepultamento para a tribo local e ela reuniu a tribo para que aprendesse sobre as baleias. Anteriormente tinha sido o papel do Governo dispor destas majestosas criaturas e as tribos não tinham autoridade. Assim, foi uma experiência profundamente espiritual para as pessoas, re-estabelecer um relacionamento que tinha sido removido através da colonização. Tradicionalmente, nós tivemos um relacionamento muito íntimo com as baleias, como no “O Viajante da Baleia”. As baleias eram respeitadas como guardiões, se elas sofriam, nós sofríamos. Os filamentos eram um portento e se as baleias morressem os seus ossos nunca eram desperdiçados. Eles eram transformados em ornamentos e altamente valorizados.

Talvez haja um relacionamento entre a minha filha e a baleia que morreu. Ela tinha uma coluna espinal um tanto proeminente, e as suas tias gracejavam que ela era a sua “barbatana”. Eu a chamava de meu bebê baleia. Ela tem onze anos agora e se recusa a comer algo que venha do mar.

Tudo o que eu sei foi para o meu alívio. Após esta noite, eu não ouvi as baleias novamente, bem, não mais o tempo todo. Eu tive muitas experiências tais como esta e vim a ser conhecida como a excêntrica lá fora, assim vivo muito tranqüilamente, solitária nestes dias. É encorajador saber que muitos estão se conectando agora globalmente, como Trabalhadores da Luz. Muito obrigada, Namastê!

Ou Arohanui/ Muito Amor

Hineraukura.

Obrigada, Hineraukura... e para aqueles que não conhecem o “Viajante da Baleia” e a energia Maori, aqui está um clip do You Tube com extratos do filme.

Clique aqui para o filme “O Viajante da Baleia”. http://www.youtube.com/watch?v=hKbMwpKt470

É um grande filme, e se vocês não o viram ainda, eu recomendaria que vejam.

Agora, aqui está algo engraçado que me aconteceu ontem. Eu saí por alguns instantes, e então voltei para casa. Eu estacionei o meu carro na garagem atrás de casa, e entrei, guardei a minha bolsa e liguei as luzes, pois estava anoitecendo e ficando escuro dentro da casa. Quando eu passei pela janela, minha visão periférica registrou que havia algo marrom em minha piscina, no jardim da frente. Eu me virei para dar uma olhada e para me certificar, havia um grande Ganso Egípcio nadando em volta da piscina, bem próximo daquela coisa esquisita de limpar a piscina. Ele parecia imperturbável, e nadava ao redor absolutamente feliz. Eu tirei esta imagem através da janela:

Aqui está outra imagem com um orbe de passagem que se apresentou para observar também:

Assim, é assim que será a piscina suburbana da Nova Terra! Realmente, o meu ganso era um visitante feliz. Eventualmente ele pulou para fora da piscina, através dos degraus, e perambulou ao redor do gramado. Quando eu fui para fora, eu pensei que ele voaria, mas ele apenas olhou para mim e então continuou com o seu passeio, então eu o deixei sozinho para que ficasse à vontade no jardim. Eu me senti profundamente honrada por este ganso selvagem ter se sentido relaxado e protegido o suficiente para visitar o meu jardim e compartilhar o meu “buraco de água” comigo.

E, finalmente, aqui está um clipe do “Leão” enviado a mim por Deb dos Estados Unidos. Eu amo este clipe, ele mostra um Leão em um “abraço” com um humano. Para mim, ele mostra que estes belos animais são tão capazes de se ligar e expressar o vínculo do coração como nós somos como humanos. Verdadeiramente é o momento para que nós comecemos a re-pensar os nossos relacionamentos com o mundo animal, e comecemos a ver como “compartilharmos” o planeta com outras espécies que são igualmente capazes de sentir e de expressar o Grande Amor no Coração de todas as coisas.

Este é um clipe do Windows infelizmente e aqueles com Macs (Macintosh) poderão não ser capazes de vê-lo, mas tentem de qualquer modo, pois vale a pena.

Clique aqui para o clipe do Abraço do Leão. http://www.starchildglobal.com/lionpage.html



Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

Fonte: http://www.novasenergias.net/starchild_brasil/earthlog/dezembro2007.html


© 2007-8 Celia Fenn and Starchild Global

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